sábado, 27 de outubro de 2012

Usain Bolt sabe o que é - Uma Lenda



Usain Bolt é uma lenda viva do esporte, segundo suas próprias palavras, e ele não só disse, mostrou isso fazendo incríveis 9,63 segundos nos 100 metros da Olímpiada de Londres em 2012. 

Ele, que esteve no Brasil nos dias 23 e 24 de outubro, entre outros eventos, concedeu uma entrevista à revista Veja edição 2292 de 24 de outubro de 2012, publicada nas páginas amarelas, onde fala sobre a carreira, a Olímpiada de 2016,  que acontecerá no Rio de Janeiro e outros assuntos.
http://www.portaldepaulinia.com.br/destaques/noticias-em-destaque/16618--usain-boltemocao-e-recorde-nas-olimpiadas-de-londres-2012.html
Usain Bolt

Quero ressaltar dois pontos que considerei valiosos da entrevista:

O primeiro, quando foi perguntado se alguma vez ele teve a impressão de que outro atleta com quem competia, tivesse utilizado alguma substância proibida, se era possível perceber isso. Ele respondeu que no momento em que está se preparando para a competição, ele foca apenas no seu próprio desempenho, se concentra e não tem tempo de perceber se há algo errado com o oponente. Segundo ele é simples. Acredito muito nessa concentração que eu costumo dizer “desliga o som de fora e liga o de dentro”.

O segundo, quando instigado sobre ser mais seguro parar (aposentar-se) enquanto está no topo. "E ficar o resto da vida na dúvida se eu teria conseguido?" Ele disse que não passaria por esta experiência, ele tentaria sim. Quem entra numa competição com dúvidas, já está derrotado, segundo ele.

E por último algumas palavras que considerei soberanas, ainda nesta resposta sobre o futuro. Ele não prevê o futuro, mas que treinará igual faz sempre, sabe que será mais difícil, mas que sua marca ficará ainda por algum tempo. E quando alguém quiser tirar o ouro dele, terá que ganhar dele “o melhor”, enquanto alguém não provar o contrário ele será “o melhor”.

Achei de uma simplicidade muito grande e ao mesmo tempo de uma autoconfiança invejável.

Eu aqui procurando ter esta atitude vitoriosa. Tanta gente incentivando pessoas por ai afora, para que tenham autoconfiança, para que acreditem em si mesmo, e esse rapaz chega dessa forma e diz 
“Eu sou uma lenda”
“Pelo menos nos próximos 4 anos eu sou o melhor, mais veloz” 
“Se alguém quiser ser o melhor, tem que ganhar de mim, e não vai ser fácil, porque eu estou trabalhando pra melhorar”.

Isso não é pra qualquer um. E ele mostrou mesmo... não é qualquer um.

É um raio, como ele próprio faz questão de encenar.

Usain, ganhou meu respeito. Em questão de atitude, autoconfiança e coragem.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Quero ter duas profissões



Tenho uma profissão, não é a que sonhei, e agora?

Foi o que me perguntei há um tempo.

Porém, ao mesmo tempo que não era o que tinha sonhado, é uma profissão que amo e que exerço com dedicação e empenho.

Então...  o que aconteceu?

E aquele sonho de adolescente que eu tinha? Onde ficou?

Assisti a um vídeo do Roberto Justus onde ele discorre sobre motivação e menciona que realizou todos os sonhos que teve, e sempre criou novos sonhos.Vídeo do Roberto Justus

Percebi que, mesmo que o meu sonho de infância não tenha se realizado inteiramente, tornando-se minha profissão principal, eu sempre me vejo em situações onde preciso ler muito, escrever e encontrar uma forma de facilitar para outras pessoas o aprendizado de algum assunto ou matéria.

De uma forma particular eu mantenho meu sonho vivo, e descobri que já o adaptei em muitos outros sonhos, pequenos, que foram realizados, outros que estou realizando.

Agora, fazendo um curso de Comunicação Social, ao final terei também uma nova profissão, que certamente já me encanta e desde já. Daí vem outra pergunta:

Será possível conciliar duas profissões?

E quando chegar a hora em que for necessário abdicar de uma delas? Qual sonho pesará mais?

Exposição Demais?



No último domingo (22/10), o programa Fantástico, da rede Globo, apresentou reportagem sobre o excesso de exposição das pessoas na internet.

http://cartilha.cert.br/golpes/
A reportagem teve como base, pelo que foi possível entender, publicações feitas em redes sociais, atualizações de perfis, postagem de fotos. Tenda dos Mistérios

Dessa forma a exposição realmente é ruim.

Mas, e quando a pessoa  é um profissional pleiteando uma vaga no mercado de trabalho? Que tenha se inscrito, por exemplo, no linkedin? Rede de negócios utilizada principalmente para fins profissionais, ele precisa realmente se expor, senão não é visto e consequentemente não é pretendido por nenhuma empresa que ele esteja almejando.

Há que se pensar e medir a forma e o limite de exposição a que se está disposto a ceder.

Outra questão a ser pensada é a ingenuidade das pessoas.

Em tempos de muita exposição, em vários locais, a própria pessoa precisa ter a malícia de entender que, se alguém te para na rua pra “ler sua mão” e diz “você tem uma pessoa na sua vida” “essa pessoa tem dado trabalho a você”... 

Ah, faz favor... todo mundo tem uma pessoa (não está falando que é marido, mulher, mãe ou irmão, ou seu chefe, até mesmo o atendente da padaria...), a pessoa que dá trabalho pode ser o seu chefe (óbvio, senão você estaria desempregado...), o namorad* mesmo, sua irmã ou mesmo sua mãe...

É preciso mesmo ter senso prático, para interpretar as palavras das pessoas e não cair em qualquer conversa.

Vamos expor apenas o necessário, ou melhor, o imprescindível. 

Este é um exercício, que eu também estou praticando.


sábado, 20 de outubro de 2012

O Poder das Palavras

Eu sempre trouxe comigo que, tudo depende do contexto em que é feito ou dito.

Minha amiga, e manicure, me trata como o termo amiga em todas as conversas que temos, "pois é amiga... então amiga..." e para mim é natural. Tem uma determinada loja que eu sou cliente, que a vendedora me trata como querida e isso também me é natural.

Outro dia porém, numa conversa com uma outra pessoa, onde o assunto não era muito agradável ela citou essas palavras "minha querida" e "amiga", e isso me deixou perturbada. Reagi imediatamente. Disse a ela que não somos amigas, nunca fomos e que se eu fosse uma pessoa "querida" dela, não estaríamos tendo uma conversa naquele tom desagradável.

Ela tentou consertar dizendo que era seu jeito, que chama todas as pessoas de assim. Disse a ela que acreditava nisso, porque já a vi fazer isso em outras ocasiões, porém naquele momento o tom que usou para dizer era agressivo, carregado de desprezo ou menosprezo, numa clara intensão de diminuir ou rebaixar o outro (no caso, eu).

Chego então à conclusão de que, tudo depende do contexto em que é dito.

Encontrei este vídeo O cego e o publicitário que ilustra as minhas palavras. Podemos dizer ou escrever tudo de uma outra forma.

Assim, também podemos nos posicionar diferente em determinadas situações e ter um outro ponto de vista do mesmo assunto, e quem sabe tomar atitudes mais sensatas como na mensagem que transcrevo a seguir, retirada também da internet.



Valorize

Um pequeno comerciante, amigo do poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua:
- Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o Senhor tão bem conhece.

Poderá redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu:

"Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo.
Propriedade cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeiro.
A casa banhada pelo sol nascente oferece a sombra tranquila das tardes, na varanda".

Meses depois os dois se encontram novamente e o poeta pergunta-lhe se havia vendido o sítio.

- Nem pense mais nisso.

Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!




Então... neste caso foi preciso que outra pessoa dissesse ao comerciante a riqueza que tinha nas mãos.
Vamos procurar viver um mundo melhor?
Eu entendo  que muito dessa violência que vivemos, é fruto de palavras mal interpretadas, ou mal faladas. que no final causam um efeito devastador em corações, famílias e nações.

Bom dia a todos.




terça-feira, 12 de junho de 2012

Dia dos Namorados

http://www.diegoribeiro.net.br/?p=372 

O dia da não solidão

Dia dos Namorados deveria ser comemorado por quem tem um companheiro, do sexo oposto ou não, com quem possa compartilhar sua vida e não ter solidão.

Solidão: estado de quem se sente ou está só. (http://www.institutouniao.com.br/artigos/solidao.php)

Mas, e a pessoa que tem um namorado, marido, companheiro... e fica dias sem falar com ele? E que mesmo freqüentando a mesma casa, a mesma cama, sente-se só?

Essa pessoa tem o que comemorar?

Muitas pessoas hoje correrão para as lojas, buscando presentes, alguma coisa que camufle sua solidão e que possa suprir a carência de afeto, conversa e sinceridade.

Estamos precisando de companheiros com quem possamos falar e de quem precisamos ouvir, interagir de forma a sentir prazer na companhia e saudade na ausência.

Entenda-se por companheiro, a pessoa que realmente se importa e que está com a outra “para o que der e vier”, aquela que apesar de tudo está ali, ouve, fala, nem sempre fala o que o outro quer ouvir... mas está (e quer estar) ali.


E que além disso, seja carinhosa, e que faça amor gostoso... afinal ninguém é de ferro.

Mas, essa última parte é detalhe acessório. Muito importante... mas acessório.

Feliz dia aos namorados companheiros.

Nilva Lôbo










sábado, 28 de abril de 2012

A Grafia das Placas

Bom dia

Eu hoje (28/04/2012) estava lendo na internet sobre um livro que o jornalista José Eduardo Camargo lançou (leia aqui), chamado No País das Placas Malucas e estava pensando, que veio de encontro ao meu post sobre a importância de escrever bem.

É extremamente importante escrever bem, respeitar ortografia e concordância. E isso precisa ser ensinado principalmente para as crianças. 

Porém, isso não quer dizer que, as palavras com ortografia incorreta, não comuniquem também.

Além disso, acredito que uma das coisas mais importantes é a pessoa se conscientizar de que precisa fazer a diferença (para melhor), porque, se quisermos mudar o mundo, é preciso começar conosco mesmo.

O interesse por fotografar placas, segundo o jornalista, se deu nas inúmeras viagens que ele faz a trabalho, onde percebeu as diversas formas que o povo tem de se comunicar. 

Coco com acento, e no lugar errado. Leite com i no final, frases com duplo sentido, são exemplos de que o mais importante é comunicar, sem muita atenção à forma como isso acontece.



Tenham um excelente dia.

Nilva Lôbo

terça-feira, 24 de abril de 2012

Você sabe escrever ?



Comunidade Jovens Escritores


Quando você precisa escrever algo, produzir algum texto ou relatar alguma situação (coisas que acontecem no trabalho, e até mesmo em casa, na lista de compras) você pensa no leitor? Imagina que tem uma pessoa, em carne e osso, do outro lado da "linha", que verá suas palavras escritas?

Imagine um dia sem ir ao trabalho, o seu substituto precisa executar algum serviço que está “escrito” na sua agenda, como ele interpretará o que você pretendeu orientar? O que você fez foi produtivo, a pessoa entenderá e fará o que precisa ser feito?

Pensemos então na lista de compras, você não pode ir, pede para alguém te fazer o favor de comprar sua lista, como será que fará?

Quando escrevemos, precisamos pensar primeiramente no leitor, que é o nosso alvo da escrita.

Dicas para a boa escrita:

Procure ser claro, objetivo e breve (ainda mais se for um e-mail profissional)

Corrija seu texto, principalmente a ortografia. Em caso de dúvida com alguma palavra, faça a substituição por um sinônimo.

Após escrever algo, leia e se projete para o leitor a que se destina, tente imaginar como ele se comportaria lendo seu texto.

Não exagere na comunicação, evite a adjetivação, que consiste em “encher linguiça” sem nada ou pouco dizer. Lembre que em alguns casos, menos é mais.

Não invente. Se quiser utilizar alguma palavra que não conste na língua portuguesa, e isso for proposital, coloque entre aspas. Com isso, você estará dizendo que sabe que a palavra não existe e você está tendo senso de humor, utilizando o termo propositalmente.

E principalmente, respeite o seu leitor. Fale sobre o assunto obedecendo a regra:  começo, meio e fim.
Seguindo algumas regras básicas, tendo bom senso, certamente sua produção textual surtirá o efeito desejado. 
E eu? 
Consegui fazer você entender meu texto?